Mitos & Factos

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Mito: Habitualmente as vítimas não conhecem o/a autor/a dos comportamentos de assédio persistente.
Facto: Na maioria das situações o/a autor/a é conhecido/a da vítima (i.e. ex-parceiro/a, familiar, amigo/a, colega de trabalho/escola, vizinho/a).

 

Mito: As vítimas de assédio persistente sentem-se lisonjeadas pelo interesse demonstrado pelo/a autor/a dos comportamentos de assédio persistente.
Facto: O comportamento dirigido à vítima pode ser altamente perturbador, ameaçando e colocando em causa o seu sentimento de autonomia, de liberdade e a sua sensação de segurança.

 

Mito: O assédio persistente é uma experiência intrusiva. Apesar disso, não envolve qualquer perigo.
Facto: O assédio persistente é uma experiência intrusiva para a vítima e pode revelar-se extremamente perigoso. Com o passar do tempo e à medida que o/a autor/a dos comportamentos de assédio persistente se sente rejeitado/a, os seus atos e tentativas de comunicação e/ou de aproximação à vítima tornam-se cada vez mais ameaçadores, representando um risco efetivo de ocorrência de atos de violência. O risco é, portanto, real e não deve ser, de alguma forma, subestimado.

 

Mito: A melhor estratégia para lidar com o assédio persistente é desvalorizar a conduta do/a autor/a deste tipo de comportamentos.
Facto: As situações de assédio persistente raramente acabam por si. Desvalorizar os comportamentos que são manifestados e subestimar as consequências que lhes estão associados pode ser perigoso para a vítima. Lidar ativamente com a situação, pedindo ajuda (de familiares, de amigos ou mesmo das autoridades policiais) e evitar qualquer contato com o/ a autor/a dos comportamentos de assédio persistente são estratégias de segurança essenciais.

 

 

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