1990-2022: 32 Anos pelos Direitos das Vítimas

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32anos

A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima foi fundada a 25 de junho de 1990, por iniciativa de um grupo de 27 Associados Fundadores, num contexto de crescente tomada de consciência dos direitos das vítimas de crime e visando colmatar a inexistência de qualquer estrutura de apoio à vítima.
32 anos depois, a APAV consolidou-se como voz ativa na sociedade portuguesa, contribuindo para o seu equilíbrio e pacificação e tornou-se mais ágil e responsável na construção de uma sociedade democrática mais justa e solidária.

Desde 1990, o número de vítimas de crime apoiadas pela APAV é cada vez maior. Também o número de crimes e formas de violência para os quais a APAV disponibiliza apoio continua a aumentar, sendo atualmente cerca de 80 – incluindo ameaça/coação, pornografia de menores, denúncia caluniosa, crimes contra o património, cibercrime, discriminação, bullying, homicídio, tráfico de pessoas, abuso sexual de crianças, perseguição (stalking), entre outros.

Este trabalho só é possível e só faz sentido com a participação de todos e de todas. A APAV reconhece o contributo daqueles e daquelas que fazem da instituição a sua causa: dos parceiros de longa data àqueles que todos os dias se juntam à nossa missão, dos/as Colaboradores/as aos cerca de 300 Voluntários/as – a verdadeira força motriz da APAV.

Em 2021, com 75 serviços de proximidade, conseguimos apoiar 15.617 vítimas, em 286 dos 308 municípios em Portugal. Ajude-nos a apoiar cada vez mais. Faça o seu donativo.
IBAN PT50 0036 0000 99105902803 37
MB WAY 96 711 69 52

APAV participa na Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa

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Fotografias: Rui Nunes Costa


A APAV participou, no dia 18 de junho, na Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa, que reuniu milhares de participantes.

Lembramos que é essencial acabar, minimizar e sensibilizar para o impacto de atitudes e comportamentos discriminatórios motivados por características identitárias.

Com orgulho, sem preconceito.

#MêsDoOrgulho #PrideMonth #orgulholgbti🌈 #lgbtipride

In Memoriam Laura Pires (1932-2022)

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Fotografia: Reinaldo Rodrigues / Global Imagens

A APAV manifesta o seu sentido pesar pelo falecimento de Laura Pires, apresentando à família e amigos as mais respeitosas condolências.

Nascida em Lisboa em 1932, Maria Laura Bettencourt Pires estudou na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e teve depois uma longa carreira na docência, iniciada na Universidade Nova, onde se doutorou em Estudos Anglo-Portugueses. Foi bolseira Fulbright em Georgetown (EUA), leccionou nas universidades americanas de Brown e Fairfield e publicou em 1996 "Sociedade e Cultura Norte-Americanas". Em Portugal esteve também ligada à Universidade Aberta e à Universidade Católica.

Laura Pires colaborou com a APAV no projeto ABC Justiça, cofinanciado pelo Alumni Engagement Innovation Fund através da Embaixada dos Estados Unidos da América, e que teve como objetivo veicular junto da população jovem (12-18 anos) informação sobre o sistema de justiça e os direitos das vítimas de crime.

Conferência: O Apoio da Comunidade Internacional Ocidental a Refugiados de Países em Conflito

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O Observatório do Mundo Islâmico, em parceria com a Comunidade Islâmica de Lisboa, promove a conferência "O Apoio da Comunidade Internacional Ocidental a Refugiados de Países em Conflito".

A conferência realiza-se no próximo sábado, dia 25 de junho, entre as 15h00 e as 17h00, no Salão Nobre da Mesquita Central de Lisboa (Rua da Mesquita 2, em Lisboa).

Mais informações: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Dia Nacional do Cigano | 24 Junho

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No dia 24 de junho assinala-se o Dia Nacional do Cigano. Em 2022, as pessoas de etnia cigana, a maior minoria étnica da Europa, continuam a ser afectadas por preconceito, intolerância e discriminação em várias esferas da vida em sociedade. Continua a ser necessário recordar a importância de criar políticas públicas contra o anticiganismo e a necessidade de combater os estereótipos erradamente atribuídos à comunidade cigana.

No âmbito do quadro estratégico da União Europeia para a igualdade, a inclusão e a participação dos ciganos, são abrangidos sete domínios, nos quais se pretende eliminar até 2030 as condições de desigualdade para as pessoas ciganas: inclusão, participação, igualdade, educação, emprego, saúde e habitação. De facto, dados indicados pela Comissão Europeia continuam a evidenciar uma situação de desigualdade extrema: cerca de 41% das pessoas ciganas que vivem no espaço europeu foram vítimas de discriminação nos últimos 5 anos, 85% das crianças ciganas estão em risco de pobreza e 62% das pessoas ciganas jovens não estão integradas no ensino, mercado de trabalho e formação.

Para além desta realidade, as pessoas ciganas podem ser vítimas de várias formas de crime e violência, sofrendo também o impacto dos comportamentos discriminatórios de que são alvo, por vezes por parte das próprias entidades públicas e privadas a que recorrem para obter apoio.

A APAV, através da Rede Nacional de Gabinetes de Apoio à Vítima e da Rede de Apoio à Vítima Migrante e de Discriminação, está disponível para apoiar todas as pessoas vítimas de qualquer forma de crime, violência e discriminação, prestando serviços gratuitos e especializados.

Linha de Apoio à Vítima | 116 006
(chamada gratuita, dias úteis 8h-22h)