Papillon lança campanha de sensibilização e apoio à APAV

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Papillon Afonso Vilela

A APAV associa-se à Papillon - London Cosmetics for Men, marca de cosmética masculina, na campanha Be Gentle - Diz Não à Violência Doméstica, que decorre a partir de hoje e até 15 de setembro.

A campanha, que também conta com o apoio das Farmácias Portuguesas, decorre nas farmácias aderentes através da aquisição das pulseiras Be Gentle, pelo preço unitário de um euro.

O valor angariado reverterá totalmente a favor da APAV no apoio às vítimas de violência doméstica.

A campanha Be Gentle conta ainda com o apoio de diversas personalidades, tais como Afonso Vilela (na imagem), Ricardo Pereira, Joana Amaral Dias, Nilton, Pedro Fernandes, entre outras.

Nova campanha de sensibilização: “As marcas de violência na infância nunca passam”

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A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima acaba de apresentar uma nova campanha de sensibilização pública que pretende alertar para a realidade da violência sobre crianças e jovens. A campanha foi desenvolvida criativamente, de forma mecenática, pela agência Fullsix e parte do mote: “As marcas de violência na infância nunca passam”.

Em paralelo com o lançamento da campanha foram também apresentados os novos recursos de conhecimento da Rede CARE: o novo microsite CARE e a segunda edição do Manual CARE. O novo microsite CARE já está acessível no endereço apav.pt/care. A nova campanha e os novos materiais foram desenvolvidos com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian. 

A APAV está disponível para apoiar: através da Linha de Apoio à Vítima 116 006 (chamada gratuita, dias úteis, 9h-21h), Messenger (Facebook), vídeochamada (Skype: apav_lav) e através de uma rede nacional de 20 Gabinetes de Apoio à Vítima.

Manuel Sarmento doa obra à APAV

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O artista plástico Manuel Sarmento, natural do Porto, efectou a doação de uma obra à APAV. A obra foi entregue no dia 18 de junho e estará exposta nas instalações do Gabinete de Apoio à Vítima do Porto. Outros trabalhos e obras do artista Manuel Sarmento podem ser consultados na sua conta de Instagram.

20 de junho | Dia Mundial do Refugiado

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A guerra, a violência e violações sistemáticas dos Direitos Humanos forçam milhões de pessoas, todos os anos, a abandonar as suas casas e os seus países. A 20 de junho, quando se assinala o Dia Mundial do Refugiado, recordamos a história de resiliência, coragem e perseverança partilhada por milhões de refugiados em todo o mundo.

Lembramos também todas as pessoas que são vítimas de crimes na sua jornada - entre eles, o tráfico de seres humanos e a violência generalizada contra mulheres e crianças.

A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, através da Rede UAVMD - Unidade de Apoio à Vítima Migrante e de Discriminação, presta apoio emocional, jurídico, psicológico e social aos migrantes vítimas de crime, bem como às vítimas de discriminação racial ou étnica.

Nesta rede especializada, imigrantes e refugiados vítimas de crime encontram o apoio e meios necessários para que possam ultrapassar e superar as consequências deixadas pela vitimação e encontrar esperança num futuro mais seguro e mais digno.

Dia Nacional do Cigano | 24 de Junho

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De acordo com dados recolhidos pela Agência dos Direitos Fundamentais da União Europeia (FRA) em 2016, cerca de 80% dos ciganos na Europa viviam em risco de pobreza, um terço das famílias não dispunha de água canalizada e um terço das crianças corria o risco de ir para a cama com fome pelo menos uma vez por mês, reflectindo os níveis extremos de exclusão social que esta comunidade enfrenta. Segundo o mesmo estudo, uma grande proporção da comunidade cigana, na sua maioria nacionais de Estados-Membros da UE, é afectada por preconceito, intolerância e discriminação.

Na data em que se assinala o Dia Nacional do Cigano, 24 de junho, recordamos a necessidade de criminalizar de forma eficaz os crimes de ódio praticados contra esta que é a maior minoria étnica na Europa, a necessidade de criar políticas públicas contra o anticiganismo e a necessidade de combater os estereótipos erradamente atribuídos à comunidade cigana.

O impacto dos comportamentos discriminatórios e de violência motivados por características identitárias são altamente impactantes para as vítimas e para a comunidade onde estas se inserem. A APAV, através da Rede de Apoio à Vítima Migrante e de Discriminação, actualmente com unidades em Lisboa, Porto, Portimão e Ponta Delgada, presta apoio às vítimas de discriminação racial e étnica, informando-as sobre os seus direitos, apoiando-as na formalização de queixas às entidades competentes e prestando apoio jurídico, social e psicológico.