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36ª Prova de Montanha 12 Kms Manteigas - Penhas Douradas

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No dia 11 de Março realiza-se 36ª edição da Prova de Montanha 12 Kms Manteigas - Penhas Douradas. Esta corrida tem uma vertente solidária e uma parte do valor das inscrições reverte para a APAV. Além da prova de montanha, realiza-se ainda uma caminhada (7 Kms) e uma prova de BTT cicloturismo (7 Kms).

Neste prova desportiva existem troféus para os 10 primeiros da classificação geral, para os 3 primeiros de cada escalão, para as 3 melhores equipas.

Venha participar na corrida de montanha mais antiga do país!

Regulamento da prova

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Inscrições / informações:
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Formação de Profissionais na área da Violência Doméstica | Portalegre | 8 vagas

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A APAV enquanto beneficiária do Projeto de Formação de Públicos Estratégicos, cujo Organismo Intermédio é a CIG - Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, irá promover em Portalegre em parceria com a Comissão Nacional de Proteção de Direitos das Crianças e Jovens (CNPDCJ), o Curso de Formação de Profissionais na Área da Violência Doméstica (carga horária total - 30 horas) nos dias 22 e 23 de Fevereiro, 8 e 9 de Março, e 16 de Abril (das 10h00 às 17h00).

Este curso irá decorrer nas instalações da Câmara Municipal de Portalegre e destina-se a profissionais das comissões de proteção de crianças e jovens que trabalhem de forma direta ou indireta com vítimas de violência doméstica. 

O curso é de participação gratuíta, mediante inscrição e dispomos de 8 vagas - inscrições até ao dia 14 de Fevereiro para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

22 Fevereiro | Seminário/Debate: Apoio a crianças e jovens vítimas de violência sexual

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Assinalando o Dia Europeu da Vítima de Crime, no dia 22 de Fevereiro a APAV promove o Seminário/Debate Apoio a crianças e jovens vítimas de violência sexual. O evento terá lugar nos Serviços de Sede da APAV, na Rua José Estêvão 135-A, em Lisboa.

O seminário/debate tem início marcado para as 9h30 e vai contar com as seguintes comunicações: "Entrevista com crianças e jovens vítimas de Violência Sexual" por Cristina Soeiro (Polícia Judiciária); "Perspetivas, Experiências e Processos Psicológicos de Magistrados em processos de violência sexual contra crianças e jovens em contexto intrafamiliar" por Catarina Ribeiro (Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, IP - Delegação Norte / Universidade Católica - Porto); "A articulação entre o sistema judicial e os serviços de apoio à vítima na garantia dos direitos das crianças e jovens vítimas de violência sexual" por Ana Isabel Rodrigues (DIAP do Porto / Ministério Público); "O acolhimento de emergência de crianças e jovens vítimas de violência sexual" por Sofia Freire (Casa Pia de Lisboa); "A Voz das Vítimas" (testemunho de familiar de jovem vítima de violência sexual); e "Rede CARE: balanço de dois anos de atividade" por Carla Ferreira (APAV / Gestora da Rede/Projeto CARE).

Inscrições encerradas.

Programa

Dia Internacional da Tolerância Zero Contra a Mutilação Genital Feminina

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No dia 6 de Fevereiro assinala-se o Dia Internacional da Tolerância Zero Contra a Mutilação Genital Feminina (MGF). A MGF consiste na remoção parcial ou total da genitália externa da mulher, por razões não médicas e constitui uma grave violação dos direitos humanos. Esta prática ainda está presente em diversos países e culturas realizando-se geralmente quando as vítimas são ainda crianças ou jovens, por vontade da família e do grupo social onde vivem ou de onde são originárias (no caso das famílias migrantes).

A mutilação pode ser realizada de diversas maneiras, com a remoção apenas do clítoris, o corte completo dos lábios vaginais e/ou o estreitamento do orifício vaginal, deixando apenas um espaço mínimo para a passagem da urina e do fluxo menstrual. Em regra a prática da MGF ocorre durante festividades culturais e é frequentemente efectuada com recurso a lâminas e outros instrumentos não esterilizados. Por este motivo e tendo conta a região sensível do corpo da mulher que é afetada, é comum que a prática da mutilação cause às vítimas dores intensas, hemorragias, infecções, dificuldades na eliminação da urina, fezes e fluxo menstrual, complicações nos partos, dificuldades e dor nas relações sexuais, para além de severas consequências psicológicas. 

São diversas as razões que motivam a persistência da MGF, podendo destacar-se razões sociais, estéticas (o órgão genital é considerado feio e impuro antes da mutilação), religiosas, sexuais (limita o desenvolvimento saudável da sexualidade da mulher) e económicas (as pessoas que executam este ritual auferem rendimentos que garantem o seu sustento). 

Em Portugal a Mutilação Genital Feminina é crime autónomo desde 2015, conforme artigo 144º - A do Código Penal, cuja pena aplicável é de prisão de dois a dez anos. 

A APAV está disponível para apoiar, através da Unidade de Apoio à Vítima Migrante e de Discriminação (21 358 79 14) e da Linha de Apoio à Vítima - 116 006 (número gratuito).

Está já disponível o novo site da Rede UAVMD - Unidade de Apoio à Vítima Migrante e de Discriminação, com informação disponível em várias línguas:

apav.pt/uavmd

Dia da Internet Mais Segura

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No âmbito das celebrações do Dia da Internet Mais Segura, iniciativa Europeia que se comemora em Portugal e se alarga a todo o mês de fevereiro, o Consórcio Centro Internet Segura, organiza um weminário em Braga. A APAV marca presença neste evento, representada por Marta Mendes, gestora do Gabinete de Apoio à Vítima de Braga, oradora do painel 1 (“Apps: do Gaming ao Dating”).

Enquanto entidade parceira do Projeto Internet Segura, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima assinala este dia e reforça o alerta para a importância de todos promovermos uma utilização mais segura, inclusiva e responsável das tecnologias online.

A APAV tem vindo a assegurar iniciativas de caráter preventivo, informativo e formativo considerando a temática da Segurança na internet, quer no âmbito de projetos, quer correspondendo a pedidos efetuados pelas Escolas e Associações de Pais e de Estudantes.