|
AJM Collective | 27 Agosto | Espaço APAV & Cultura |
|
A APAV apresenta no dia 27 de Agosto, pelas 19h00, um concerto com o grupo AJM Collective. Este evento tem lugar no Espaço APAV & Cultura, na Rua José Estêvão 135-A (ao Jardim Constantino), em Lisboa, e tem entrada livre.
A música do AJM Collective assenta na improvisação, resultando da combinação das linguagens individuais de João Apolinário (bateria), João Camões (viola d'arco). José Miguel Pereira (contrabaixo) e Marcelo dos Reis (guitarra eléctrica). A música do grupo tem ainda reflexo num trabalho visual, desenvolvido em tempo real, por Kátia Sá. Mais informações: www.myspace.com/ajmcollective
|
|
Revista VISÃO | Violência Doméstica | "Por cá vamos andando…" |
|

A Presidente da APAV, Joana Marques Vidal, analisa, em discurso directo, o flagelo da violência doméstica no seguinte artigo na VISÃO:
“A intensidade com que somos confrontados por notícias, estudos, estatísticas e programas sobre violência doméstica, poderia levar-nos à falsa ilusão de estarmos perante uma questão perfeitamente reconhecida por todos como um verdadeiro e complexo problema da sociedade em que elegemos viver. Face ao qual a intolerância individual e coletiva seria total, numa assumida e consciente recusa de cumplicidades, perante tão grave violação dos direitos humanos. Tal não é assim!?É certo que os números são assustadores. Em 2009, o crime de violência doméstica foi o 4.º mais participado às forças de segurança; dos 17 628 crimes, cujas vítimas se socorreram da APAV, 15 904 respeitaram a crimes de violência doméstica; e foram 29 as vítimas mortais e 28 as que sofreram tentativa de homicídio.
É certo, também, que a Organização Mundial de Saúde há muito classificou a violência doméstica como uma epidemia, um verdadeiro problema de saúde pública; e que vários estudos chamam a atenção para os impactos negativos da violência doméstica nas economias dos países. Mas, por cá, vamos andando… Apesar de todos os esforços, uma subliminar cultura de complacência ainda é dominante, fruto de uma pobre mentalidade e de conceções arcaicas sobre as relações familiares e conjugais.Talvez por isso, aconteça vislumbrarem-se semissorrisos face a vítimas de violência doméstica. Muitas vezes, nos atendimentos dos serviços públicos. Os quais não têm nem espaços nem pessoal especializado. Como os hospitais, como os tribunais. Talvez por isso, cerca de 50% das vítimas, designadamente mulheres, não participa criminalmente, apesar de o crime ser público. Ou recusa-se, posteriormente, a depor e a contar a verdade. Porque enredadas na complexidade das relações ou porque não acreditam nas decisões dos tribunais. Cujas condenações são percentualmente reduzidas face ao número de participações. Talvez por isso, poucos acreditam nos programas para agressores. E pouco, muito pouco, se sabe sobre a violência contra os idosos. Talvez por isso… Ou talvez por tudo o que nos falta fazer…”
http://aeiou.visao.pt
|
|
APAV Açores: sensibilização à comunidade na Ilha do Pico |
|
Nos dias 14, 15 e 16 de Julho a APAV Açores (Pólo de Formação dos Açores do Centro de Formação da APAV) deslocou-se à Ilha do Pico para realizar várias acções de sensibilização e informação nos três concelhos sobre bullying; sobre burnout dos profissionais e de prevenção de crimes patrimoniais.
As acções de sensibilização sobre bullying destinaram-se a professores, educadores equipa técnica e auxiliares de acção social das Escolas Básicas Integradas. As acções de sensibilização sobre burnout tiveram como destinatários profissionais das áreas da saúde, da acção social, da PSP e da Comissões de Protecção de Crianças e Jovens. As acções de sensibilização para a prevenção dos crimes patrimoniais tiveram como público destinatário pessoas idosas residente na Ilha do Pico.
Com a presença e o trabalho desenvolvido também na Ilha do Pico, a APAV Açores cumpre a sua missão de apoio à vítima em toda a Região Autónoma dos Açores.
|
|
Petição: Acabe com o Tráfico Sexual de Crianças e Jovens |
|
A empresa The Body Shop e a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima acabam de lançar em Portugal a Petição para Acabar com o Tráfico Sexual de Crianças e Jovens. Esta iniciativa enquadra-se numa campanha global, desenvolvida internacionalmente com a ECPAT (End Child Prostitution, Child Pornography and Trafficking of Children for Sexual Purposes), e que tem como parceiro nacional a APAV, que presta apoio especializado a este tipo de vítimas através da UAVIDRE - Unidade de Apoio à Vítima Imigrante e de Discriminação Racial ou Étnica.
Estima-se que todos os anos 1,2 milhões de crianças e jovens sejam traficadas, sendo vítimas de exploração e abusos sexuais. O tráfico humano é o terceiro maior crime a nível internacional e, de acordo com o Gabinete das Nações Unidas contra a Droga e o Crime, este é o crime que mais está a crescer em todo o mundo.
Sandra Costa explica o motivo pelo qual The Body Shop está a apoiar esta campanha: “The Body Shop nunca virou as costas a questões e causas controversas, muitas das quais ignoradas por outros. De facto, era um dos desejos da nossa Fundadora Anita Roddick acabar com este “comércio de escravatura moderno” – o tráfico humano. Porque consideramos que pouco ou nada se está a fazer para acabar com este problema, juntamo-nos à APAV e vamos lançar uma petição que será enviada ao governo, instigando-o a reforçar a legislação e as medidas de protecção e, ao fazê-lo, erradicar esta terrível violação dos direitos das crianças”.
The Body Shop e a APAV convidam todos os portugueses a assinar esta petição contra o Tráfico Sexual de Crianças e Jovens, como sinal de tolerância zero. A petição estará disponível nas lojas The Body Shop.
A petição poderá ser assinada online:
http://www.peticaopublica.com/?pi=STOPTSCJ
Junte-se também a esta causa no Facebook!
|
|
|