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Projecto T@lk | Resultados do inquérito sobre o apoio à distância para as vítimas de crime

As tecnologias de informação e comunicação constituem, cada vez mais, ferramentas fundamentais para o acesso a apoio e/ou a informação em situações de violência ou crime. Ferramentas como o e-mail, os websites informativos ou as linhas de apoio representam serviços de apoio à distância valiosos para as vítimas de crime, em particular para as que, de outra forma, não acederiam a serviços de apoio.

Perante esta realidade e as mudanças na forma como a comunicação é atualmente efetuada, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima realizou um inquérito sobre o apoio à distância para as vítimas de crime, tendo contado com a participação de 60 organizações e serviços de apoio à vítima na Europa.

Os resultados deste inquérito revelaram que a maioria das entidades participantes refere dispor de alguma forma de apoio à distância para as vítimas de crime, seja através de linhas telefónicas de apoio à vítima, de ferramentas de apoio online ou de ambas.

No caso concreto do apoio online para as vítimas de crime, as formas convencionais de apoio e/ou informação, como o e-mail ou os websites, foram apontadas como as ferramentas mais utilizadas pelas vítimas.

As organizações e serviços de apoio à vítima identificaram diversas vantagens relativamente ao apoio online para as vítimas de crime, de entre as quais se destaca a maior acessibilidade ao apoio existente e a flexibilidade/conveniência no acesso aos serviços. Os resultados relevaram ainda que uma proporção significativa das entidades sem ferramentas de apoio online para as vítimas de crime evidencia alguma indecisão ou relutância quanto ao desenvolvimento/implementação deste tipo de serviços de apoio.

Este inquérito foi desenvolvido no âmbito do Projeto T@LK – apoio online para as vítimas de crime, promovido pela Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) e cofinanciado pelo Programa Justiça da União Europeia. Este projeto conta com a parceria de Victim Support Malta, Human Rights Monitoring Institute, Victim Support Finland, Catalan Society of Victimology e do Victim Support Europe.

O relatório completo com os resultados do inquérito está disponível aqui.